Nada tampa
As entranhas
Das minhas faltas
Mais estranhas
Não há
Quem vele
Ou revele
O que foi
Sem ser
Nem
As alegrias
Repentinas
As claridades
Sabem das luzes
Da minha cidade
Nada
Não há
Nem existe
Resistência
À queda livre
Nem poderia
Nada dizer
Porque não há
Sobrevida
Ao silêncio
Não há por que
Do calar as perdas
Em respeito à vida
Surgida solitária
Das entranhas.
(FlaVcast – 30.01.2012)
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