sexta-feira, 22 de julho de 2011

Tomada de volúpia


Gosto quando vens
Tomada de volúpia
Marcar seus passos
Em minha captura

Vem com o olhar fixo
De quem não perderá
Preso, dou-me tomado
O corpo você desnuda

É entre essa penumbra
E o brilho do seu olhar
Que a tez da sua pele
Devora meus sentidos

Os seus saciados fluidos
Inebriam agora o ar e o leito
Onde os raios de sol aquecem
Meu refletido corpo abandonado

Gosto quando seu olhar se vai
Em malicioso desdém depois de farta
Recolhe-se calada, aninhada felina
Cerca a presa, deseja nova investida.

(FlavCast – KmS - 22.07.2011)

Um comentário:

André Vianna disse...

Muito bom, meu amigo!

Parabéns