Blog de poesias de minha autoria com ilustrações de imagens recicladas e encontradas na internet em sua grande maioria. As imagens encontradas são transformadas em outras novas composições para que ilustrem cada uma das poesias.
sábado, 29 de junho de 2013
segunda-feira, 24 de junho de 2013
O extremista
Um
só olho
Único
ponto de vista
Só
uma direção
O
todo causa confusão
Uma
verdade sua
Verdade
que do todo
Se
faz mentiras
Sua
paixão perdura
Pendura
em corda bamba
Ao
certo conta as forças
Em
que a gravidade
Não
leve seus atos
Ao
vento se esvai
Como
verbo sem eco
Caí
ao chão morto
E
passos nem se dão conta
Vai
extremo de luta
Como
vai o pobre sem terra
Enterra
em seus discursos
Abusos
de quem erra.
(por FlaVcast em 24.06.2013)
sábado, 22 de junho de 2013
Nas Águas do rio
Te amo mais que o amor
Te amo como se amar fosse um rio
que passa e não se esgota em si.
(por FlaVcast em 22.06.2013)
sábado, 15 de junho de 2013
Meu caminhar
Do
tanto que me falta
Não
é a dignidade
Tão
menos a falta
Da
coragem
Dos
momentos roubados
Entreguei
meus trabalhos
O
suor e o sufoco
Para
dar ao meu povo
Dos
modos que pude
Não
me faltaram virtudes
Os
poucos pães à mesa
Ainda
me orgulham
Dos
caminhos percorridos
Faço
da bondade meu trunfo
Das
esquinas minhas rimas
Da
vida minha luta
Se
passo ao seu lado
Levo
meu orgulho contigo
Deixo
se posso um pouco
Das minhas pobres verdades.(por FlaVcast em 16.06.2013)
Veja esse vídeo, caso não entenda inglês como eu, vc pode usar a tradução, basta que procure o CC na barrinha de baixo e ao abrir o quadro clique em "português".
Se possível, divulgue-o onde for possível. Eu por exemplo colocarei no grupo que possuo, no meu blog, além do meu mural como estou fazendo nesse momento.
Acredito que seja um dos vídeos mais explicativos do momento que vivemos.
Agradeço desde já a quem seguir esse movimento pela dignidade do nosso povo.
Se possível, divulgue-o onde for possível. Eu por exemplo colocarei no grupo que possuo, no meu blog, além do meu mural como estou fazendo nesse momento.
Acredito que seja um dos vídeos mais explicativos do momento que vivemos.
Agradeço desde já a quem seguir esse movimento pela dignidade do nosso povo.
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Um novo olhar
São
por eles
Os
olhos
Que
trago o mundo
Aspiro
algumas vezes
Constrangido
azuis
Intensamente
rosas
De
perfumes exagerados
São
eles encantados
Da
mais pura lassidão
Dos
ventos que dançam
Solitários
entendem retos
As
curvas do além mar
As
agruras do revelar
Solstícios
do que será amar
Deles
os ângulos desvairados
Sintomas
das belezas
Os
olhares aprisionados
Por
eles se foram cometas
Derramadas
pesadas lágrimas
Doçuras
de crianças risonhas
E
por de sol atrás da montanha
Onde
curtos seriam prisioneiros
Não
fossem subversivos
Libertos devo a eles a
arte.(por FlaVcast em 11.06.2013)
domingo, 9 de junho de 2013
Poema do que somos
Do
corpo
a
sensação da pele
a
tessitura sua
Nua
do toque
do
desejo que tenho
em
desalinho
Fino
e sutil
movimento
do olor
exalado
de pele
Macia
é fala muda
a
germinar dos poros
olhos
a devorar-me
Curvas
ensopadas
desse
ato concreto
que
chamamos nosso
Poema
do que somos
em
exauridos instantes
do
amor que fazemos.
(por FlaVcast em 10.06.2013)
sábado, 8 de junho de 2013
Queime!
Queime!
Meu
corpo e a roupa que trago à pele
O
meu carro e meus futuros caminhos
Ateie
fogo ao futuro que não mais terei
Aos
sonhos e à minha chance de vencer
Queime!
As
vezes que poderia batalhar por você
As
lutas que já venci para te proteger
O
estudo que pude ter e você não teve
Meus
olhos e as lágrimas que já senti
Queime!
Minha
impotência ante a sua ignorância
O
meu ódio em relação a violência diária
A
insensatez dos que te roubam a lucidez
As
mágoas que nem sabes que tens
Queime!
Muitas
vezes até desaparecer sua inveja
O
trabalho e a arte que não lhe diz nada
A
vida que nesta manhã sorriu ao seu dia
A
alma esta, você a tornará imortal.
(por FlaVcast em 08.06.2013)
Febril
Perdi
você pelos ponteiros
Em
que horas eternizaram
Meu
desespero
Solitário
não havia onde marcar passos
Ou
noites mais orvalhadas
Quiçá
poderia a lua ser lacrimejada
Não
haveria mais calçadas
Para
duas mãos dadas
Seria
daqui para frente
Um
espaço oco ou um vácuo
De
felicidades
Perdi
você e o sono na madrugada
No
desvalio de não encontrar o lado
Do
repouso que nunca mais teria
Esvaziaria
a vida e nem sonhos restaria
Mas em que parte da febre você
estaria?(por FlaVcast em 08.06.2013)
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