Blog de poesias de minha autoria com ilustrações de imagens recicladas e encontradas na internet em sua grande maioria. As imagens encontradas são transformadas em outras novas composições para que ilustrem cada uma das poesias.
terça-feira, 8 de março de 2016
Que ainda nos permitamos amar
Que
ainda nos permitamos amar
Ao
contar estrelas enquanto andamos
Que
feridas cicatrizem no passado
Sempre
que plantarmos flores no jardim
Que
possamos dar sorrisos sinceros
A
cada palhaçada que fizermos
Que
cada passo seja confortável
Quando
momentos tristes tivermos
Que
tudo que passamos tenha ensinado
E
possa ser compartilhado ao chegar à noite
Que
tenhamos prazer de andar paralelos
Mesmo
que às vezes estejamos contrariados
Que
possamos confiar na companhia
Mesmo
que com apoio às vezes tropecemos
Que
a nossa alegria volte todos os dias
Estando
o céu nublado ou tenha sol para praia
Que
possamos ser bons companheiros
A
transformar mesmices com criatividade
Que
o estar bem possibilite ser amado
Mesmo
que às vezes surja um bico no lábio
Que
o amor que cada dê seja suficiente
Para
que nossos corações vibrem compassados.
(por FlaVcast em 08.03.2016)
Trato divino
Mulheres
Vocês
todas
De
todas que são
Únicas!
O
novo
Como
os primeiros dias de verão
As
chuvas que elevam o cheiro da terra
Em
voz trovoada reverbera
Traz
calor
Dos
afetos aflorados em vermelhos cassís
Aqueles
os nascidos entre flores
Correm
a aflorar ao sol da praia
Um
ciclo
Em
cinco décadas quentes
Fecha
cravada feita onda em piso raso
É
hora de remada e correr as ondas que entram
Aproxima
Azul
ultramar a desafiar, mas ao céu eleva
A
deslizar o prazer azul de estar viva
Tinge
pele morena com sal a vida.
(por FlaVcast em 08.03.2016)
terça-feira, 28 de abril de 2015
Besteiras
Penso
Que
não tenho mais besteiras
Para
colocar aqui
Hoje
são solitárias
Minhas
besteiras
São
sem graças
Sem
querer sê-las
Penso
E
descarto-as
Como
as mais insignificantes
Besteiras
As
minhas besteiras
Hoje
perdem a cor
Rapidamente
desbotam-se
Penso
Que
por besteiras
O
mundo está lotado
Ah
se minhas besteiras
Fossem
ao menos levadas
Ao
vento fossem apenas
Nuvens
a fazer sombra.
(por FlaVcast em 28.04.2015)
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
Corpo
Sempre
que mudo
Trago
calado no peito
O
cerne dos olhares
Sentido
dos sentimentos
Quando
dos medos
Exorto
aos gritos a fala
Certamente
corro aos poemas
Sabendo
que flores surgirão
Na
solidez das vielas
Busco
na solidão o outro
Aquele
que move-se à guia
Escorrido
das lágrimas
Das
curvas desenhadas
Refúgio
do corpo que ama
Gravito
entre a tez e a doçura
De
onde retorno revivido.
(por FlaVcast em 03.04.2015)
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Nosso reino
Das vielas onde vão os desejos
Você surgiu com mais apreço
Das coisas que ainda desejo
Você será sempre a do beijo
Dos cânticos que trago n’alma
O que lembro das minhas matas
Dos homens que trago em mim
Suas lembranças as que ficarão
Dos sonhos mais vívidos de ti
São fantasias que abrilhantam
Os perfumes mesclados de ti
É na poesia onde reinamos sós.
(por FlaVcast em 02.02.2015)
Você surgiu com mais apreço
Das coisas que ainda desejo
Você será sempre a do beijo
Dos cânticos que trago n’alma
O que lembro das minhas matas
Dos homens que trago em mim
Suas lembranças as que ficarão
Dos sonhos mais vívidos de ti
São fantasias que abrilhantam
Os perfumes mesclados de ti
É na poesia onde reinamos sós.
(por FlaVcast em 02.02.2015)
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
Partes do velho caderno
Por
onde andam as palavras
Ao
vento ou tormentos
Sem
sequencias ou
Consequências
vãs
Dos
medos ou traquejos
Retiram-se
elas das linhas
Das
frases cheias de ecos
Ficam
espaços em branco
Lumes
e silêncios de estrelas
Olhares
a buscar sentidos
Aromas
a flutuar em térmicas
Folhas
amareladas feito flores
São
partes do velho caderno
Onde
ilusões ficaram ao tempo
Caminhos
revistos perdem-se
Na
beleza da nova paisagem.
por FlaVcast em 29.01.2015
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